J.P. - sonho - 7 de junho de 2008
Não sei por que motivo estava eu ali com ele. E foram diversos os sonhos, as situações. A noite inteira, deveras.
O primeiro momento que me vem à cabeça é à praia, nós dois, a princípio em Floripa, mas ao longo do sonho percebo que era no Rio de Janeiro. Veja bem, não à beira da praia, mas por perto, penso eu.
Conversávamos banalidades e ele era lindo, como sempre foi. Não me recordo mais os assuntos, mas estávamos nos dando bem.
"Ei, vamos à praia", o convidei. "Vamos! Vamos sim." O problema é que eu chegaria depois de uns 30 minutos pois ele morava na Zona Sul e eu estava na Lapa (confirmando o fato do Rio), o que não faz sentido, visto que já estávamos juntos àquela hora. Mas isso acontece em sonhos.
Pois bem, não lembro se fomos ou não à praia. Lembro-me que em outro momento - e talvez esse tenha sido o melhor deles - estávamos na casa dele, deitados, conversando muito, rindo, filosofando. Ele me disse que gostava de mim, mas que não sabia se devia fazer algo porque, na cabeça dele, já estava comprometido. Falou em sexo e que talvez também se sentisse culpado, por esse fato, caso fizesse algo, mas eu disse que também não o faria, pois embora gostasse dele ainda não tinhamos nada e eu nao achava certo fazer assim no primeiro encontro (embora minha vontade não fosse nem um pouco pequena). Aí ele falou, com uma tremenda inocência: "ah, eu acho". haha. Fiquei quieto. O fato é que sabíamos que queríamos ficar juntos. E nisso, ele fazia carinhos em mim, e ríamos das nossas "traquinagens".
Logo era noite, e como se fosse já outro sonho, estávamos ainda deitados à cama, mas dessa vez sabia eu que era na minha, em Porto Alegre. Cena um tanto engraçada: vi uma aranha amarela fosforecente caminhando pelo quarto, Seguiu em direção ao quarto da minha mãe, e então a matamos. Pronto. Esse foi o momento de menos importância entre todos os que tiveram.
O último, era como se eu tivesse saído de um lugar e estivesse indo para o meu prédio, onde morava sozinho. Um prédio pequeno, de dois ou três andares, que, entretanto, tinha seu charme. Eu havia esquecido as chaves em algum lugar, mas por sorte tinha gente entrando no prédio, Chegando à minha porta apareceram as chaves, de forma misteriosa, no meu bolso (lembre-se que foi um sonho). E ao lado da porta lá estava ele, mais uma vez, à minha espera. Acho que ele morava no prédio também, no apartamento ao lado. Entramos em minha casa, havia um pedaço de bolo com cobertura de chocolate em cima da mesa muito atraente, provavelmente feito e deixado por minha mãe. Conversávamos. Tinha eu a impressão de que éramos bons amigos, familiarizados já, e agíamos naturalmente - a esse ponto do sonho não sei se namorávamos, se éramos bons amigos ou se apenas seres apaixonados (da minha parte com certeza). Achamos na gaveta da cozinha um mp3 muito "do futuro", que era do meu pai (pelo visto ele era vivo, no sonho), sensível ao toque. haha
E é isso: é o último pensamento que tenho até o momento em que acordei.
Agora repensando, lembro-me vagamente que, em algum momento de um desses sonhos, estávamos em meu quarto quando fui até a sala assisitr à TV com minha mãe. Ele veio logo depois e então olhei para ela, rindo, com um olhar de "viu que partidaço? hahaha', ela olhou surpresa, meio que rindo - cena um tanto impossivel de acontecer se não em sonho.
Mas, voltando à realidade: foi um sonho bom, e ainda que ele não tenha noção de que eu goste dele e nem faça importância da minha existência, acredito que um dia fará. Pode ser que nada aconteça, mas é bom acreditar, e quando der buscarei isso, mesmo que nao me apoiem. Enquanto isso continuo, em Porto Alegre, a viver. Gosto Pacca de ti. Just believe.
O primeiro momento que me vem à cabeça é à praia, nós dois, a princípio em Floripa, mas ao longo do sonho percebo que era no Rio de Janeiro. Veja bem, não à beira da praia, mas por perto, penso eu.
Conversávamos banalidades e ele era lindo, como sempre foi. Não me recordo mais os assuntos, mas estávamos nos dando bem.
"Ei, vamos à praia", o convidei. "Vamos! Vamos sim." O problema é que eu chegaria depois de uns 30 minutos pois ele morava na Zona Sul e eu estava na Lapa (confirmando o fato do Rio), o que não faz sentido, visto que já estávamos juntos àquela hora. Mas isso acontece em sonhos.
Pois bem, não lembro se fomos ou não à praia. Lembro-me que em outro momento - e talvez esse tenha sido o melhor deles - estávamos na casa dele, deitados, conversando muito, rindo, filosofando. Ele me disse que gostava de mim, mas que não sabia se devia fazer algo porque, na cabeça dele, já estava comprometido. Falou em sexo e que talvez também se sentisse culpado, por esse fato, caso fizesse algo, mas eu disse que também não o faria, pois embora gostasse dele ainda não tinhamos nada e eu nao achava certo fazer assim no primeiro encontro (embora minha vontade não fosse nem um pouco pequena). Aí ele falou, com uma tremenda inocência: "ah, eu acho". haha. Fiquei quieto. O fato é que sabíamos que queríamos ficar juntos. E nisso, ele fazia carinhos em mim, e ríamos das nossas "traquinagens".
Logo era noite, e como se fosse já outro sonho, estávamos ainda deitados à cama, mas dessa vez sabia eu que era na minha, em Porto Alegre. Cena um tanto engraçada: vi uma aranha amarela fosforecente caminhando pelo quarto, Seguiu em direção ao quarto da minha mãe, e então a matamos. Pronto. Esse foi o momento de menos importância entre todos os que tiveram.
O último, era como se eu tivesse saído de um lugar e estivesse indo para o meu prédio, onde morava sozinho. Um prédio pequeno, de dois ou três andares, que, entretanto, tinha seu charme. Eu havia esquecido as chaves em algum lugar, mas por sorte tinha gente entrando no prédio, Chegando à minha porta apareceram as chaves, de forma misteriosa, no meu bolso (lembre-se que foi um sonho). E ao lado da porta lá estava ele, mais uma vez, à minha espera. Acho que ele morava no prédio também, no apartamento ao lado. Entramos em minha casa, havia um pedaço de bolo com cobertura de chocolate em cima da mesa muito atraente, provavelmente feito e deixado por minha mãe. Conversávamos. Tinha eu a impressão de que éramos bons amigos, familiarizados já, e agíamos naturalmente - a esse ponto do sonho não sei se namorávamos, se éramos bons amigos ou se apenas seres apaixonados (da minha parte com certeza). Achamos na gaveta da cozinha um mp3 muito "do futuro", que era do meu pai (pelo visto ele era vivo, no sonho), sensível ao toque. haha
E é isso: é o último pensamento que tenho até o momento em que acordei.
Agora repensando, lembro-me vagamente que, em algum momento de um desses sonhos, estávamos em meu quarto quando fui até a sala assisitr à TV com minha mãe. Ele veio logo depois e então olhei para ela, rindo, com um olhar de "viu que partidaço? hahaha', ela olhou surpresa, meio que rindo - cena um tanto impossivel de acontecer se não em sonho.
Mas, voltando à realidade: foi um sonho bom, e ainda que ele não tenha noção de que eu goste dele e nem faça importância da minha existência, acredito que um dia fará. Pode ser que nada aconteça, mas é bom acreditar, e quando der buscarei isso, mesmo que nao me apoiem. Enquanto isso continuo, em Porto Alegre, a viver. Gosto Pacca de ti. Just believe.
